Compliance
LGPD no escritório de advocacia: o que você precisa saber
Equipe advocacia.website · · 2 min de leitura
A advocacia lida com alguns dos dados mais sensíveis que existem — processos, documentos pessoais, informações financeiras e estratégias de defesa. Tratar esses dados com descuido não é só risco regulatório: é risco à confiança que sustenta a relação com o cliente.
O que a LGPD exige na prática
A Lei nº 13.709/2018 não exige uma tecnologia específica — exige que o tratamento de dados pessoais tenha base legal, finalidade clara e segurança adequada. Para um escritório, isso se traduz em medidas concretas:
- Controle de acesso por usuário — cada advogado e cada cliente enxergam apenas o que lhes cabe;
- Autenticação em duas etapas, para reduzir o risco de acesso indevido;
- Criptografia dos dados pessoais armazenados e backups cifrados;
- Trilha de auditoria que registra quem acessou o quê e quando.
Conformidade é processo, não só ferramenta
Tecnologia sozinha não adequa um escritório. É preciso definir por quanto tempo os dados são retidos, como responder a uma solicitação de titular (acesso, correção, eliminação) e quem é o responsável por esse fluxo. Documentar essas decisões é o que transforma a adequação em rotina, e não em um susto na auditoria.
Uma plataforma única ajuda justamente porque aplica essas regras de forma consistente — em vez de depender de planilhas, e-mails e pastas espalhadas, que é onde o vazamento costuma começar.
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